Ação conjunta prevê reforço na segurança diante de possíveis eventos climáticos associados ao El Niño
A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) iniciou o alinhamento de um plano de contingência junto à Defesa Civil para reforçar a segurança nos serviços mantidos pela instituição diante da previsão de maior instabilidade climática nos próximos meses causada pelo El Niño. A medida considera os efeitos associados ao fenômeno e busca preparar as equipes para possíveis ocorrências provocadas pelas condições meteorológicas.

De acordo com a Epagri/Ciram, a previsão para setembro, outubro e novembro indica chuva acima da média no Estado, com possibilidade de períodos de chuva intensa, temporais, granizo e vendavais. Os maiores volumes são esperados especialmente em outubro e novembro, o que reforça a necessidade de atenção dos municípios e instituições.
“Nosso trabalho é, acima de tudo, preventivo. Estamos nos antecipando aos possíveis impactos e alinhando os procedimentos com a Defesa Civil para que nossas equipes saibam como agir diante de qualquer situação. A prioridade da Afasc é garantir a segurança das pessoas que são atendidas diariamente pelos nossos serviços”, destaca a diretora executiva da Afasc, Gheniffer Dutra.
A partir das orientações dos órgãos de monitoramento, a Afasc está revisando procedimentos internos e definindo medidas para os Centros de Educação Infantil (CEIs) e demais serviços desenvolvidos pela instituição. O objetivo é estabelecer uma resposta organizada diante de eventuais ocorrências e preservar a segurança do público atendido.
“Esse norte que o Plano de Contingência oferece traz mais segurança para todos, especialmente para os pais e responsáveis que confiam seus filhos aos CEIs. Além disso, é uma iniciativa pioneira na nossa região e também em Santa Catarina. É algo que ajuda a reduzir riscos e garante mais segurança e proteção para a vida das crianças”, explica o diretor da Defesa Civil de Criciúma, Fred Gomes.
A atuação conjunta também prevê o acompanhamento dos alertas meteorológicos e a definição de protocolos para situações que possam comprometer o funcionamento das unidades. A proposta é antecipar decisões e orientar as equipes para que estejam preparadas diante de cenários de chuva intensa, alagamentos, enxurradas, vendavais ou outros eventos adversos. (Texto e fotos: Manuela Linemburger)


